sexta-feira, 30 de julho de 2010

De volta ao mundo novo

Uma grande mudança na sociedade brasileira ocorreu durante o período em que este blog ficou sem receber postagem: percebemos enfim os riscos da exploração de petróleo em alto mar e timidamente começamos todos pelo menos a atentar para o risco. Como este blog reiteradamente alertou (ver postagens anteriores), estávamos deslumbrados demais com o pré-sal para questioná-lo em qualquer aspecto que fosse. Hoje a situação mudou. Recentemente a ANP começou a mostrar preocupação não só com o aspecto da segurança, mas também com as mudanças tecnológicas vigentes (http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2010/07/27/o-mico-a-pressa-311409.asp). É curioso, mas precisaram se passar três meses e diversas tentativas de conter o vazamento petróleo no maior acidente desse tipo. Foi necessário outro acidente do tipo na outra potência mundial para que déssemos contas do risco que sempre foi evidente e já ocorreu por aqui.
Hoje mesmo saiu mais uma matéria: (http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/07/entenda-os-riscos-da-exploracao-de-petroleo.html)

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Enfim uma boa notícia

E a notícia demorou 21 anos para se tornar realidade:(http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100708/not_imp578039,0.php).

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Por todos os lados

Os esforços são por baixo e por cima (http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/afp/2010/07/07/aviao-experimental-que-funciona-com-energia-solar-inicia-voo-historico.jhtm).

terça-feira, 6 de julho de 2010

A velocidade relativa

A direção parece certa, a velocidade parece firme, logo, logo estaremos lá (http://colunas.epocanegocios.globo.com/tecneira/2010/07/06/carro-eletrico-bate-recorde-usando-baterias-de-laptop/).

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Ouvidos (realmente) moucos

É incrível como um país em que até mesmo um aparentemente inofensivo bueiro explode, pode confiar tanto que não vai acontecer nada com suas perfurações de petróleo em águas cada vez mais profundas.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

A nova realidade e as disputas (não esportivas) na África

É consenso que a China em seu ritmo de crescimento logo mais esbarrará no gargalo da falta de recursos naturais. Por isso ela mantém seu apetite em países estrangeiros focando o investimento especialmente no setor de produtos primários a fim de assegurar o suprimento de recursos no futuro próximo. A carente África é vista como uma oportunidade. Mas é de lá onde os conflitos característicos desse século devem se evidenciar – ou melhor, já se evidenciam (http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,paises-africanos-brigam-pelas-aguas-do-nilo,572147,0.htm). Nesta notícia chamam a atenção as taxas de natalidade – que alimentam o ciclo exigindo volumes colossais de investimentos e, intervenções drásticas no corpo d´água e naturalmente, um clima pouco amistoso.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

O relógio do tempo

25 milhões de pessoas afetadas e 175 mortos por tempestades na populosa China (http://noticias.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=24641921). Na pequena Alagoas quase 60 mil desabrigados, mil desaparecidos (http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2010/06/21/calamidade-publica-e-decretada-em-15-cidades-de-alagoas-1087-estao-desaparecidos.jhtm). Dos dois lados do mundo as chuvas intensas castigam. Políticas Públicas para a adaptação às mudanças climáticas já são imprescindíveis, principalmente com os tropeços na migração para a economia de baixo carbono.